22 de abril de 2009

O MAJOR

O major morreu.
Reformado.
Veterano da guerra do Paraguai.
Herói da ponte do Itororó.

Não quis honras militares.
Não quis discursos.

Apenas
À hora do enterro
O corneteiro de um batalhão de linha
Deu à boca do túmulo
O toque de silêncio.

Um comentário:

Anônimo disse...

esse poema faz parte do livro libertinagem